quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

#OpDefaceReality


Da ideia de várias pessoas nasceu esta #Op lançada a nível internacional, como podem consultar no link.
Todos podem participar, mesmo aqueles que não podem colocar as máscaras ou painéis.
Uma das formas é ajudar a fazer a listagem das estátuas AQUI.
Iremos também precisar de pessoas que imprimam máscaras, que tenham facilidade em desenhar e obviamente skills de trepador para colocar as coisas no lugar.
Podem sempre entrar no nosso canal de IRC onde decorrem a maioria das conversas e sugestões.






Caros cidadãos,

Nós somos Anónimos!

Esta mensagem vem convocar todos os cidadãos a responderem à  chamada para acção!

Nesta operação vamos ocupar as ruas e alterar o rosto dos emblemas  de poder, que pela ganância nos têm governado . Nós faremos isto em benefício da  Humanidade. Levantando o véu da mentira e dando lugar à imagem da  Liberdade.

Nós queremos lutar pelos nossos e pelos vossos direitos, pelos  interesses do POVO global. Só Juntos conseguiremos mostrar que somos fortes, que  somos um, que temos voz e que ninguém nos pode calar, ainda que em  silêncio.
Inova, inventa, cria, sê original.

Concretiza um Outdoor gigante nós sugerimos a medida de 7metros por 5metros, com a imagem dos Anónimos no centro.
Usa lencóis ou outros tecidos que podes unir para criar uma tela  grande.
Escolhe um símbolo de poder que te oprima, que represente a  corrupção, e pendura o teu Outdoor.

Como opção imprime a máscara, se puderes plastifica para se tornar mais resistente e pendura-a em qualquer estátua da tua cidade.

Vamos mostrar que os pobres e os fracos não mais serão oprimidos, não enquanto a ideia Anonymous existir, e não se pode  matar uma ideia.

No fim envia as tuas fotos e/ ou vídeos para anonimos.portugal@gmail.com , vamos torná-lo épico!

Alguém um dia disse:

“Porque somos oposição em todo o mundo, de uma conspiração  monolítica e impiedosa que depende de forma encoberta para expandir sua esfera  de influência - em infiltração em vez de invasão, em subversão em vez de  eleições, em intimidação em vez de livre escolha, por guerrilheiros durante a  noite em vez de exércitos durante o dia. É um sistema que tem vastos recursos  humanos e materiais recrutados para a construção de uma máquina coesa, altamente  eficiente que combina militares, diplomacia, inteligência, operações económicas,  científicas e políticas, máquina essa que está programada para produzir para  apenas 1%.” – John F. Kennedy


Nós seremos aquilo para o qual nascemos para ser, livres e  independentes.

Nós somos os 99%.

Nós somos Anónimos.

Nós somos Legião.

Nós não perdoamos.

Nós não esquecemos.

Esperem-nos!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Mail recebido a 16/02/2012 - 1:27 PM - Artigo Brasileiro


Quem são os Anonymous e como podemos analisar funcionalmente suas práticas?
Por Elayne Esmeraldo Nogueira
Texto elaborado em conjunto por Elayne Esmeraldo Nogueira e Esequias Neto




Quem são os Anonymous? Esta é a pergunta que tem tirado o sono do governo e da mídia nos últimos meses. Vários ataques a sites oficiais, sites de grandes empresas de mídia e de instituições financeiras tem sido atribuídos ao coletivo, que cada vez mais, vem ganhando a simpatia popular. Embora poucos saibam do que realmente estamos falando quando nos referimos a eles, uma coisa é certa: entraram para a história.

Este texto propõe uma visão analítico-comportamental das práticas dos Anonymous, e, porque não, da prática cultural “Anonymous”, partindo de uma análise skinneriana do contexto social em que vivemos e do surgimento desse grupo! Para isso, vamos começar falando das práticas culturais na visão analítico-comportamental e das Agências de Controle.

Skinner e as agências de controle

Skinner (1987) afirma que os grandes problemas sociais são fruto de práticas culturais de alguns grupos que são mantidas por consequências a curto prazo, mas que, a longo prazo, são desastrosas para um grupo maior de pessoas. No entanto, ainda assim, essas práticas seriam mantidas pelas consequências para o grupo que as pratica. Para a resolução desses problemas, o autor discute que, muitas vezes, propõe-se uma “conscientização”, ou seja, mostrar às pessoas que consequências seus comportamentos estão tendo. No entanto, muitas vezes a estratégia não é eficaz, pois quando se mostram as consequências contingentes aos comportamentos, elas já o controlam por uma história de reforçamento. Isso dificulta ainda mais a mudança, pois quando se propõe agir de outra forma, os novos reforçadores ainda não estão presentes para controlar o novo comportamento.

O autor lembra ainda que, para seguir conselhos e sugestões de mudanças de comportamento, uma pessoa tem que ter em seu repertório o comportamento de seguir regras. Além disso, os conselhos oferecidos acerca de problemas sociais são conselhos de consequências relativamente distantes da emissão de comportamentos, o que diminui a probabilidade de serem seguidos. Ressalta ainda que determinados comportamentos são ainda mais difíceis de serem modificados, pois embora apresentem consequências punitivas a longo prazo, no momento, são mantidas por consequências reforçadoras.

Dessa forma, Skinner (1987) propõe que sejam arranjadas contingências imediatas para controlar a emissão desses comportamentos. Ressalta que frequentemente isso é realizado pelas discussões éticas em nossa cultura, e alguns comportamentos que seriam naturalmente reforçados, passam a ser punidos socialmente, ao serem denominados de “vergonhosos”. Nesse sentido, Skinner sugere que os estudiosos do comportamento humano desenvolvam trabalhos que tornem capaz a predição e o controle dos comportamentos de pessoas em grupo, a fim de serem desenvolvidas soluções para os problemas sociais.

Skinner (1953/2003) dedica metade das sessões de seu livro Ciência e Comportamento Humano ao comportamento de pessoas em grupo, sendo uma delas destinada à questão das agências controladoras, que, segundo ele, são o governo, a religião, a psicoterapia, o controle econômico e a educação. Para o autor, essas agências controlam o comportamento humano de um modo especial, pois frequentemente são grupos mais organizados que o restante da população, exercendo sobre ela o poder de reforçar ou punir seus comportamentos. Em suas palavras

“Uma agência controladora, juntamente com os indivíduos que controla, constitui um sistema social, (...) e nossa tarefa é dar conta do comportamento de todos os participantes. Dever-se-á identificar os indivíduos que compõem a agência e explicar porque têm o poder de manipular as variáveis que a agência emprega. E também analisar o efeito geral no controlado, e mostrar como isso leva à retroação reforçadora que explica a continuação da existência da agência.” (Skinner, 2006, p. 365).



Skinner (1953/2003) afirma que um dos grupos mais obviamente interessados no controle do comportamento humano são as agências governamentais. Historicamente, os governos agem de forma a aumentar ou diminuir a frequência dos comportamentos dos governados, criando teorias e princípios que justifiquem tal prática. O autor propõe a análise dos processos comportamentais pelos quais o governo exerce esse controle. Para isso, torna-se necessário o estudo e a análise do comportamento do governado e como esse comportamento mantém o controle por parte do governo.


Skinner traz que uma das principais formas de controle do comportamento humano por parte do governo é por meio da punição, logo, uma vez que um grupo de pessoas esteja no poder, provavelmente, vai se utilizar da punição para aí se manter. É interessante notar que o uso da punição por parte do governo é uma técnica que se mantém há muito tempo, mesmo que o grupo que está nessa posição mude, posto que o que mantém o uso dessa técnica é comportamento dos governados. O efeito da punição é o de enfraquecimento dos comportamentos considerados inadequados para o governo. Dessa forma, o governo pune e seu comportamento de punir é reforçado positivamente pelo comportamento da população.
Diante do que foi apresentado, é possível observar que o controle exercido pelo governo em nossa sociedade é semelhante ao que descreve Skinner, apesar de sua descrição ter sido realizada na década de 50. A maioria dos atos governamentais visa uma diminuição dos comportamentos realizados em massa pela população. As greves e manifestações muitas vezes são enfrentadas pela polícia com o objetivo de dispersão popular. Outra prática relativamente comum aos governos é a extinção dos comportamentos populacionais de lutar pela resolução dos problemas. É possível observar, por exemplo que um sentimento de desilusão vem crescendo nas pessoas. As nossas formas de lutar não são consideradas, as nossas manifestações contra os atos governamentais não são ouvidas. Talvez, pelo que disse Skinner (1953): o governo e as outras agências de controle “(...) são geralmente mais bem organizadas que o grupo como um todo e, frequentemente, operam com maior sucesso”. Nesse sentido, é preciso que a população seja organizada para emitir o que Skinner denominou de contracontrole, que será exposto a seguir.



Contracontrole diante do controle exercido

Skinner (1953, 1974) adverte que o uso da punição ocasiona uma série de efeitos colaterais, como a eliciação de respostas emocionais, diminuição de outros comportamentos e o fato do comportamento punido muitas vezes só diminuir na presença do punidor. O autor chama a atenção ainda para um efeito colateral em especial: o contracontrole. O contracontrole é o comportamento do organismo de tentar escapar ao controle quando está sendo utilizada a coerção. Nas palavras de Skinner (1985)

“Os que são assim controlados passam a agir. Escapam ao controlador – pondo-se fora de seu alcance, se for uma pessoa; desertando de um governo; apostasiando de uma religião; demitindo-se ou mandriando – ou então atacam a fim de enfraquecer ou destruir o poder controlador, como numa revolução, numa reforma, numa greve ou num protesto estudantil. Em outras palavras, eles se opõem ao controle com contracontrole” (Skinner, 1974)

Diante disso, como analisar o comportamento do governo nos últimos anos e o surgimento dos Anonymous?

Anonymous como contracontrole



Segundo os próprios ativistas que se denominam Anonymous, seu objetivo é lutar contra a corrupção e contra o controle governamental e social que ferem os direitos humanos ou que causem sofrimento e dificuldades à maior parte da população mundial. De acordo com um vídeo¹ disponível no youtube, denominado o que são os anonymous e qual seu plano, 22 mil crianças morrem por dia devido à pobreza, situação que atinge 1 bilhão de pessoas no mundo. Paralelamente a isso, o armamento mundial cresce assustadoramente e foram gastos quase 1,6 trilhões de dólares em 2010, representando um crescimento de 50% desde 2001.

Para os Anonymous, as agências de controle governo, em todo o mundo, são responsáveis por esses dados. E é contra essas agências e seus atos que tentam lutar. Dessa forma, não é difícil comparar os anonymous ao conceito de contracontrole da Análise do Comportamento. Os primeiros ativistas inspiraram-se no filme “V de vingança” que traz uma célebre frase: “O povo não deve temer seu governo. O governo deve temer seu povo.”. O povo teme seu governo devido ao controle aversivo. Mas o governo é que deve temer seu povo, que tem o poder de contracontrole.

Os anonymous são famosos midiaticamente por hackearem sites do governo, entretanto, nem todos os atos que lhe são atribuídos são de sua autoria. Segundo os ativistas, quaisquer atos que venham a prejudicar uma massa trabalhadora não são de sua autoria. Os sites hackeados do governo cuja autoria é reivindicada pelos anonymous tem o objetivo de chamar a atenção da população para a corrupção e outros atos governamentais relacionados ao órgão responsável pelo site. Como por exemplo desses sites, temos os ataques em 2010 às empresas de cartão de crédito, quando, na ocasião, essas empresas haviam bloqueado um site que divulgava informações comprometedoras do governo americano. Outro exemplo são os recentes ataques aos bancos brasileiros, cujo objetivo é chamar atenção dos brasileiros aos cortes orçamentários e a corrupção brasileira. Mais um exemplo de ataques realizados no Brasil, foram resposta aos governos que reprimiram as greves dos policiais recentemente, como os governos baiano e carioca.

Entretanto, os anonymous não podem ser considerados um grupo de hackers. Esses ataques mencionados acima não constituem a maior parte de suas manifestações, apenas são os mais divulgados pela mídia. As manifestações em prol da chamada “primavera árabe” tiveram grande apoio dos ativistas. Em nosso país, houve o apoio a diversas passeatas e protestos em diversos estados e cidades. Uma rápida busca no youtube com as palavras “Passeatas Anonymous” traz vídeos de vários dos protestos realizados em nosso país, e neles, é possível observar a movimentação do grupo. Aparentemente, os anonymous brasileiros não estão no mesmo ritmo dos americanos e europeus, que foram capazes de interceptar uma áudioconferência do FBI e da polícia inglesa em que se discutia como combatê-los, e por ironia, ainda divulgaram o conteúdo das conversas na internet.



Há ainda um site criado pelos Anonymous brasileiros, o CorrupçãoLeaks, que foi desenvolvi do com o objetivo de facilitar a denúncia de corrupção em nosso país. De acordo com os ativistas Hackers que coordenam o site, as denúncias devem ser enviadas junto a algum tipo de evidência ou prova que garanta a sua veracidade, para então, membros ligados aos Anonymous ou jornalistas parceiros possam investigar e tornar públicas as denúncias.


Nas ações mencionadas, é possível observar que os comportamentos dos anonymous podem ser analisados como contracontrole aos diversos controles exercidos pelos governos nos diferentes países. Tratam-se de tentativas de escapar ao controle aversivo e chamar a atenção da população à coerção presente em nossa sociedade. Nesse sentido, parece mesmo que os ativistas conhecem a visão de Skinner sobre o controle, que nos chamou a atenção de que quanto maior a organização e o número de pessoas de um grupo, maior é o seu poder. No caso dos anonymous, quanto maior for o número de pessoas reunidas sob esses ideais e quanto maior for sua organização, maior será sua capacidade de contracontrolar o governo.

Mail recebido a 15/02/2012 - 9:53 AM - Não consigo esquecer... (Um casal de idosos vive há oito anos dentro de um contentor)



Por isso tenho uma ideia... legal :)
Imagens em anexo: ideia do evento do facebook e um post exemplo de um um cidadao que está na pagina nao oficial da camara... Com esforço eu acho que é possivel... Vamos agir?

Texto do evento:

"Um casal de idosos vive há oito anos dentro de um contentor desde a construção da A10!!!! 
Vejam a reportagem aqui (publicada a 12 Fev, 2012)http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=526613&tm=8&layout=122&visual=61
Se ninguem os ajuda VAMOS PRESSIONAR PARA RESOLVEREM ESTA SITUACAO!!! Façam-se ouvir!

Página da camara: http://www.cm-vfxira.pt

Página da camara não oficial no facebook:

Tribunal de Vila Franca de Xira
Telefone: 263 280 440 

<+contactos?>

-> O que fazer: Protestem e denunciem! Seja por e-mail, carta, contacto telefonico ou simples partilha do evento pelos vossos amigos!
-> Carta/E-mail exemplo:

"Exmºs.  Senhores
Estou revoltado como cidadão de Portugal!

Esta situação é vergonhosa e revela o mais puro desrespeito pela vida de todos nós! São os nossos avós os nossos pais, um dia os nossos filhos! A situação desde casal é desumana! 

Exijo que lhes sejam dadas as condiçoes de vida de um ser humano!!!!
Exigimos casa para o José e a Rosa!!!!"

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Luta pela tua LIBERDADE!

Recebemos um pedido por e-mail para publicar a seguinte imagem:



Queremos aproveitar esta mensagem para agradecer a TODOS os que têm entrado em contacto connosco, que têm mostrado a sua disponibilidade (não estão esquecidos), que têm tomado a iniciativa de fazer, de cooperar com outros, a todos aqueles que no fundo sempre foram Anonymous sem o saber.
Tem sido uma agradável surpresa a resposta que temos tido a única coisa que podemos pedir para além de todo o esforço que já têm feito, é que dia 11 deste mês se façam ver, apareçam e unam-se numa luta que é de todos, porque o conhecimento é livre!

11/02/2011 - Manifestação ANTI-ACTA