Madrid, hoje de manhã, mais de 70 feridos...
Lisboa, junto ao consulado espanhol em Lisboa (praça dos reatauradores) e no Porto (Batalha) pelas 19.30h de hoje dia 11 de Junho, concentração e marcha de solidariedade por uma causa que é de todos. Em Madrid a repressão hoje foi brutal. Se este assunto não te toca fica no teu sofá, na tua casa, no teu carro e respira fundo o pouco ar qe nos resta de liberdade. se te animas a manifestar solidariedade com uma causa que é afinal causa de todos nós - a brutal diminuição de democracia e de liberdade, o aumento da corrupção e da impunidade, a insistente aposta na austeridade absoluta e violenta - então junta-te aos protestos e divulga...
Acudam ,espalhem
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Reflexões - "Cooperação intergeracional" e "Sentimento de urgência"
Obrigado Gil!
"Amig@s,
Não querendo consumir o vosso tempo em mais horas a ler e-mails (a somar aquelas que temos vindo a investir) gostava de partilhar um vídeo que adorei e duas reflexões que me surgiram.
O video é: http://www.youtube.com/watch?v=5jrmm7gjZGE
As reflexões são:
- "Cooperação intergeracional" - fiquei deslumbrado com esta capacidade e comportamento altruísta de um projecto intergeracional! Brutal não é? Um pouco à semelhança de quando os nossos antepassados plantavam sobreiros para nós usufruirmos!! O mesmo que pretendemos fazer em prole das gerações futuras...
- "Sentimento de urgência" - o filme fala de resiliência, tal como a transição assim o pretende atingir. Fiquei a reflectir que por muito que tenhamos este sentimento de urgência, existem "alicerces" que necessitamos de construir (e que irão suportar o nosso "caminho") que não devemos ter pressa dado que levam tempo a crescer. Ou seja, este povo tb poderia construir pontes rápidas de cimento ou ferro ou madeira, mas o facto de não terem paciência e de não serem pontes vivas, mais tarde ou mais cedo acabariam por ceder ... ;)
Fica a partilha!
Abraços,
David "
quinta-feira, 26 de abril de 2012
A quem interessar:
Os acontecimentos que se desenvolveram ao longo do ultimo ano na Fontinha passaram-me despercebidos ate que no dia 19 de Abril de 2012 um triste desenlace captou a atencao de muitos (eu incluido) para o quadro completo de uma imagem pitoresca, quase surreal, de um pais onde se fez da incompetencia uma tradicao, e da indignacao quase a definicao do estado de alma lusitano.
O pais vai mal. O regime caiu mas os velhos habitos perduram. 400 anos de administracao deficiente; mais alguns integrados numa pseudo-federacao europeia na qual nao pertencemos e o resultado e visivel: estamos em cacos.
Diz-se que a necessidade e a mae de toda invencao; e tambem que em tempos de dificuldades o melhor do caracter de todos nos vem ao de cima. O caracter portugues no entanto continua a surpreender-me. E nao pela positiva.
Quando os meios faltam; o minimo que qualquer ser humano digno desse nome pode e deve fazer e louvar os que tentam ajudar simplesmente porque...Querem ajudar.
A democracia nunca funcionara; o conflito israelo-palestiniano nunca vera um fim; o ceu nunca deixara de ser azul e eu nunca deixarei de beber cerveja. Nesta vida algumas coisas sao factos inevitaveis; para o bem ou para o mal temos de lidar com eles o melhor que sabemos... O Es.Col.A no entanto, nao tinha de fechar. Nao tinha... Mas fechou.
E assim se perde a boa vontade e esforco de alguns; enredada em tramas politicas e interesses paralelos que neste momento nao tenho disponibilidade para descrever em detalhe porque um homem nao perde tempo com assuntos de ratos.
Ha cerca de um ano abandonei o nosso pais em busca de interesses pessoais e profissionais. Trabalho e vivo rodeado de gente que nao e a minha e desenvolvi um orgulho enorme em ser portugues; no nossa historia; no nosso espirito e ignoro conscientemente o facto de que todos os exemplos inspiracionais da nossa nacao estao no passado.
O meu passaporte nunca sera outro e Portugal sera sempre a minha casa mas hoje... Estou contente por estar longe.
Fomos uma das luzes que guiou a humanidade mas esse brilho apagou-se ha muito.
A revolucao dos nossos tempos e uma que nao podemos fazer com armas ou punhos. A sociedade ocidental perdeu valores que nao podia ter perdido. Honra e uma palavra; viver de acordo com o seu conceito e algo que todos temos de aprender do zero.
Forca, coragem e educacao. Cultivem-nas; passem-nas aos vossos filhos; inspirem os vossos amigos e familiares.
O mundo nao muda sem que cada um faca a sua parte. E desistir e para perdedores. Encontraram uma causa? Fantastico. Agora lutem por ela; e que a luta vos engrandeca o espirito.
"Hasta la victoria; siempre"
texto por: Fernando Pinto
quarta-feira, 28 de março de 2012
Economista residente no Oeste aponta saídas da crise
Alfredo Sfeir-Younis
Fevereiro 25th, 2009 in Jornal das Caldas. Edição On-line
Onde é que Portugal vai estar em 2015? Foi uma questão focada por Alfredo Sfeir-Younis, um economista ambiental de origem chilena e presidente do Instituto Zambuling para a Transformação Humana, que após quase três décadas de experiência no Banco Mundial, vive há três anos em Portugal, país que escolheu para a evolução do seu processo espiritual.
O orador, que reside na Columbeira (Bombarral), disse ao JORNAL DAS CALDAS que é mais fácil gerir a crise em Portugal, um país de 10 milhões de habitantes, uma população minúscula quando comparada com outros países com uma densidade populacional intensa.
Quanto ao futuro de Portugal, o economista ambiental diz que vê um país que poderá ter dois caminhos: “Um Portugal estável, com muita compaixão pelo seu povo, e outro Portugal pobre, destruído e sem identidade própria tentando sobreviver num sonho que não existe”. Para Alfredo Sfeir-Younis é uma escolha que os portugueses têm de fazer. “Se deixarem que a globalização defina o destino do país, vai estar numa pobreza tremenda sem perspectivas”, alegou.
Segundo o chileno, uma vertente muito positiva para Portugal é que é um país isolado, não necessita de depender da globalização. “Pode aceitar a globalização mas não pode deixar que ela se utilize do país”, disse, acrescentando que “não deveria deixar que ela matasse a agricultura, que já matou”.
Para Portugal ser um país estável, Alfredo Sfeir-Younis considera que a nação deveria ter “só agricultura biológica, de primeiro plano, de tal forma que crie uma marca internacional onde todo o mundo conheça os produtos portugueses”. “Um Portugal de saúde”, defende o economista, “para quando os estrangeiros virem a Portugal comer a um restaurante saberem que tudo é biológico”. Proteger certas indústrias que são cultura do povo, como o linho e os bordados, é outra medida defendida por este responsável, que considera que é uma raiz portuguesa que “se está a perder”.
Alfredo Sfeir-Younis também acha que toda a indústria farmacêutica portuguesa deveria ser de remédios naturais e bióticos. “Que Portugal seja o produtor máximo do mundo de produtos de medicina natural, Portugal deveria ser o país de zero contaminação”, sublinhou. Mas para conseguir ser um país de saúde, o economista defende “um Portugal que se defina em torno da sua investigação, pesquisas científicas, universidades e cadeiras de agronomia”.
Alfredo Sfeir-Younis chegou há três anos e meio à Região Oeste. Encontrou nesta nação um lar. “É o meu momento de silêncio e tranquilidade, porque o meu trabalho continua a ser fora de Portugal”, salientou.
O economista ambiental continua a dar conferências em várias partes do mundo. No passado fim de semana esteve em Bélgica, onde foi o orador de uma palestra sobre o mundo como um elemento colectivo. Despertar a consciência colectiva é a mensagem que Alfredo Sfeir-Younis quis transmitir. “A nossa realidade é produto de uma consciência colectiva e a economia espiritual assenta em valores que são comuns a todos nós, como a paz, a tolerância, a solidariedade, justiça e igualdade”, apontou.
No final deste mês, vai aos EUA, à cidade de Michigan, dar uma palestra sobre os Direitos dos Animais. “Não é uma coisa nova porque o ano passado o Equador aprovou uma reforma constitucional em que a natureza tem direito”, revelou.
Adivinhou esta crise mundial e tem sido procurado para dar a sua opinião sobre a conjuntura económica. “Não é preciso ter uma bola de cristal para ter previsto esta crise. O sistema da Globalização não tem regulação”, sustentou. Adiantou ainda que a “crise mundial que vive o meio ambiente é o espelho da crise espiritual interior e enquanto as pessoas não mudarem o seu comportamento interior nada vai mudar”.
Alfredo Sfeir-Younis disse também que o “interno está ligado ao externo” e não pode haver uma revolução material sem haver uma grande revolução espiritual e que o mundo moderno está a divulgar um modelo de Economia Social em que tudo segue o caminho material à espera de economias muito ricas, mas que são espiritualmente muito pobres e este é um modelo de fracasso pois não há possibilidade de haver uma transformação material sem que haja uma revolução espiritual.
Para que Portugal saia da crise, o economista disse que a Alemanha tem de primeiro melhorar a sua economia, porque uma grande proporção das exportações portuguesas depende do país alemão.
Alfredo Sfeir-Younis defendeu que é muito importante investir nos fundos da União Europeia em actividades de alta produtividade económica e social, com uma atenção especial para o lado humanitário. Ao contrário, haverá muita pobreza em Portugal. Sustentou que evitar a pobreza se resolve com gestão colectiva do capital, da fortuna.
O orador, que reside na Columbeira (Bombarral), disse ao JORNAL DAS CALDAS que é mais fácil gerir a crise em Portugal, um país de 10 milhões de habitantes, uma população minúscula quando comparada com outros países com uma densidade populacional intensa.
Quanto ao futuro de Portugal, o economista ambiental diz que vê um país que poderá ter dois caminhos: “Um Portugal estável, com muita compaixão pelo seu povo, e outro Portugal pobre, destruído e sem identidade própria tentando sobreviver num sonho que não existe”. Para Alfredo Sfeir-Younis é uma escolha que os portugueses têm de fazer. “Se deixarem que a globalização defina o destino do país, vai estar numa pobreza tremenda sem perspectivas”, alegou.
Segundo o chileno, uma vertente muito positiva para Portugal é que é um país isolado, não necessita de depender da globalização. “Pode aceitar a globalização mas não pode deixar que ela se utilize do país”, disse, acrescentando que “não deveria deixar que ela matasse a agricultura, que já matou”.
Para Portugal ser um país estável, Alfredo Sfeir-Younis considera que a nação deveria ter “só agricultura biológica, de primeiro plano, de tal forma que crie uma marca internacional onde todo o mundo conheça os produtos portugueses”. “Um Portugal de saúde”, defende o economista, “para quando os estrangeiros virem a Portugal comer a um restaurante saberem que tudo é biológico”. Proteger certas indústrias que são cultura do povo, como o linho e os bordados, é outra medida defendida por este responsável, que considera que é uma raiz portuguesa que “se está a perder”.
Alfredo Sfeir-Younis também acha que toda a indústria farmacêutica portuguesa deveria ser de remédios naturais e bióticos. “Que Portugal seja o produtor máximo do mundo de produtos de medicina natural, Portugal deveria ser o país de zero contaminação”, sublinhou. Mas para conseguir ser um país de saúde, o economista defende “um Portugal que se defina em torno da sua investigação, pesquisas científicas, universidades e cadeiras de agronomia”.
Alfredo Sfeir-Younis chegou há três anos e meio à Região Oeste. Encontrou nesta nação um lar. “É o meu momento de silêncio e tranquilidade, porque o meu trabalho continua a ser fora de Portugal”, salientou.
O economista ambiental continua a dar conferências em várias partes do mundo. No passado fim de semana esteve em Bélgica, onde foi o orador de uma palestra sobre o mundo como um elemento colectivo. Despertar a consciência colectiva é a mensagem que Alfredo Sfeir-Younis quis transmitir. “A nossa realidade é produto de uma consciência colectiva e a economia espiritual assenta em valores que são comuns a todos nós, como a paz, a tolerância, a solidariedade, justiça e igualdade”, apontou.
No final deste mês, vai aos EUA, à cidade de Michigan, dar uma palestra sobre os Direitos dos Animais. “Não é uma coisa nova porque o ano passado o Equador aprovou uma reforma constitucional em que a natureza tem direito”, revelou.
Adivinhou esta crise mundial e tem sido procurado para dar a sua opinião sobre a conjuntura económica. “Não é preciso ter uma bola de cristal para ter previsto esta crise. O sistema da Globalização não tem regulação”, sustentou. Adiantou ainda que a “crise mundial que vive o meio ambiente é o espelho da crise espiritual interior e enquanto as pessoas não mudarem o seu comportamento interior nada vai mudar”.
Alfredo Sfeir-Younis disse também que o “interno está ligado ao externo” e não pode haver uma revolução material sem haver uma grande revolução espiritual e que o mundo moderno está a divulgar um modelo de Economia Social em que tudo segue o caminho material à espera de economias muito ricas, mas que são espiritualmente muito pobres e este é um modelo de fracasso pois não há possibilidade de haver uma transformação material sem que haja uma revolução espiritual.
Para que Portugal saia da crise, o economista disse que a Alemanha tem de primeiro melhorar a sua economia, porque uma grande proporção das exportações portuguesas depende do país alemão.
Alfredo Sfeir-Younis defendeu que é muito importante investir nos fundos da União Europeia em actividades de alta produtividade económica e social, com uma atenção especial para o lado humanitário. Ao contrário, haverá muita pobreza em Portugal. Sustentou que evitar a pobreza se resolve com gestão colectiva do capital, da fortuna.
Marlene Sousa
http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/02/25/alfredo-sfeir-younis/
terça-feira, 27 de março de 2012
Mas afinal para onde vai o nosso dinheiro?
Em 2011 foi gasto 1736208086€ em concursos públicos nos mais variados serviços. Na análise a esta Base de Dados (que é apenas de concursos públicos) foram encontrados pagamentos duplicados a empresas diferentes, pelo mesmo projecto, exactamente com o mesmo valor ao cêntimo. Sendo que como o nome indica concurso público, ganharia a empresa com a melhor proposta, sendo que também é altamente improvável que várias empresas diferentes apresentem propostas iguais ou estamos perante uma concertação de preços ou perante algo ainda mais estranho.
Ressalvamos a ideia de não sermos propriamente entendidos na matéria... o que me leva a questionar se não haverá uma razão para tanta duplicação... às vezes parece por demais escandaloso e à vista para ser "ilegal"... mas ainda assim...
Vejam por vocês tirem as vossa conclusões no link abaixo encontram alguns dos casos a que nos referimos.
http://dl.dropbox.com/u/
sexta-feira, 23 de março de 2012
Greve Geral 22 de Março
2ª greve geral onde ocorre violência, onde SEMPRE são identificados polícias infiltrados e desordeiros.
Há vários problemas com isto. Primeiro que tudo claro está a questão da segurança das pessoas que lutam pelos direitos de TODOS incluindo o daqueles polícias. Como se sentiriam nessa situação, sabendo que estão ali para que também eles possam deitar os seus filhos todas as noites, para que também eles tenham condições para fazer melhor o seu trabalho, que na situação actual é vital para a sociedade. Aqueles que lhes reconhecem o valor, são também aqueles que provam o sabor da violência desmedida. Quem já esteve nesta situação sabe que a revolta que cresce por dentro nesta situação é grande, e apenas aqueles mais preparados a conseguem controlar.
Neste vídeo vemos a parte da frente da confusão, já com barulho de coisas a partir e os manifestantes notoriamente a fugir de uma "manada" de polícias. Aos 23 segundos podemos ver a agressão à jornalista, que está a correr mundo.De seguida vemos pessoas que não estão a fazer rigorosamente NADA a não ser estar num local público fugir notoriamente com MEDO... porquê? Esqueçam os episódios onde preferem alguns notoriamente atribuir culpa aos "desordeiros e incómodos manifestantes por um mundo melhor", vejam as pessoas no geral e observem comportamentos. Ainda que alguém tenha tido um comportamento menos próprio (que claro será sempre condenável) é assim que a nossa polícia está capacitada e instruída para agir? Quem estavam eles a proteger? Os manifestantes dos próprios manifestantes? Ao 1:46 ouvimos uma senhora dizer: "Parece que estamos numa guerra" e o inimigo são aqueles que querem um país e um mundo melhor para TODOS. Isto faz sentido? para quem?
Agora vejamos outro lado. A parte de trás da confusão. Neste vídeo, quando começa, ainda não se ouvem coisas a partir e apenas com o avanço da polícia começa a verdadeira confusão, vemos logo um homem no chão (a quem não prestaram assistência).
Depois podemos ler o relato de um dos detidos no Porto (que desde já agradecemos a partilha).
Na sequência de o Rui Cruz ter sido constituído arguido, sem saber porquê, de neste mesmo relato sabermos o mesmo...
Então mas já se vai detido sem acusação? Já não se tem direito a advogados?
Quais são os nossos direitos?
O que fazer em caso de detenção?
Neste vídeo vemos a parte da frente da confusão, já com barulho de coisas a partir e os manifestantes notoriamente a fugir de uma "manada" de polícias. Aos 23 segundos podemos ver a agressão à jornalista, que está a correr mundo.De seguida vemos pessoas que não estão a fazer rigorosamente NADA a não ser estar num local público fugir notoriamente com MEDO... porquê? Esqueçam os episódios onde preferem alguns notoriamente atribuir culpa aos "desordeiros e incómodos manifestantes por um mundo melhor", vejam as pessoas no geral e observem comportamentos. Ainda que alguém tenha tido um comportamento menos próprio (que claro será sempre condenável) é assim que a nossa polícia está capacitada e instruída para agir? Quem estavam eles a proteger? Os manifestantes dos próprios manifestantes? Ao 1:46 ouvimos uma senhora dizer: "Parece que estamos numa guerra" e o inimigo são aqueles que querem um país e um mundo melhor para TODOS. Isto faz sentido? para quem?
Agora vejamos outro lado. A parte de trás da confusão. Neste vídeo, quando começa, ainda não se ouvem coisas a partir e apenas com o avanço da polícia começa a verdadeira confusão, vemos logo um homem no chão (a quem não prestaram assistência).
Depois podemos ler o relato de um dos detidos no Porto (que desde já agradecemos a partilha).
Na sequência de o Rui Cruz ter sido constituído arguido, sem saber porquê, de neste mesmo relato sabermos o mesmo...
Então mas já se vai detido sem acusação? Já não se tem direito a advogados?
Quais são os nossos direitos?
O que fazer em caso de detenção?
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Mail Recebido a 23 de Fevereiro de 2012 23:15
Olá Juventude
Acabei de publicar um texto no blog do núcleo de estudantes de filosofia da universidade da beira interior.
Espero que vá ao encontro do espírito que se vive actualmente. Partilhemmm :)
http://sexto-empirico.blogspot.com/2012/02/ha-etica-na-pirataria-online.html
abraçossss
Acabei de publicar um texto no blog do núcleo de estudantes de filosofia da universidade da beira interior.
Espero que vá ao encontro do espírito que se vive actualmente. Partilhemmm :)
http://sexto-empirico.blogspot.com/2012/02/ha-etica-na-pirataria-online.html
abraçossss
Mail recebido a 15 de Fevereiro de 2012 15:59
Boa tarde Anonymous!
Venho denunciar uma situação que deve ser do vosso total conhecimento, mas mesmo assim sou incapaz de continuar a passar os dias a assistir ao mesmo. O que se passa são as ofertas de TRABALHO em formato de "estágio" CURRICULAR!
Há muito trabalho na área de comunicação social, mas o oportunismo atingiu o auge. Consulto dezenas e dezenas de anúncios por semana que mais não são para mim do que desespero. Estou desempregado e nao consigo arranjar emprego por causa destes "estágios".
Vou-vos fazer uma pergunta, o mais claro e directo que consigo: É possível vocês atacarem/ piratearem os emails destas empresas que recebem as propostas de estágios ? Do género: eles conseguiam entrar no mail mas a unica coisa que iam ler era uma mensagem deixada por vocês a denunciar a situação..
Isto é só uma tentativa desesperada de mudar algo..
Não posso fazer mais nada do que isto..
Cumprimentos
Mais uma situação de precariedade que merece ser denunciada.
Quanto a ataques como já referimos anteriormente os AnonymousPortugal não os fazem.
Venho denunciar uma situação que deve ser do vosso total conhecimento, mas mesmo assim sou incapaz de continuar a passar os dias a assistir ao mesmo. O que se passa são as ofertas de TRABALHO em formato de "estágio" CURRICULAR!
Há muito trabalho na área de comunicação social, mas o oportunismo atingiu o auge. Consulto dezenas e dezenas de anúncios por semana que mais não são para mim do que desespero. Estou desempregado e nao consigo arranjar emprego por causa destes "estágios".
Vou-vos fazer uma pergunta, o mais claro e directo que consigo: É possível vocês atacarem/ piratearem os emails destas empresas que recebem as propostas de estágios ? Do género: eles conseguiam entrar no mail mas a unica coisa que iam ler era uma mensagem deixada por vocês a denunciar a situação..
Isto é só uma tentativa desesperada de mudar algo..
Não posso fazer mais nada do que isto..
Cumprimentos
Mais uma situação de precariedade que merece ser denunciada.
Quanto a ataques como já referimos anteriormente os AnonymousPortugal não os fazem.
Mail recebido a 12 de Fevereiro de 2012 21:43
"boas tenho uma pergunta fazer, esta cena da ACTA(alem de saber do q se trata já) tem haver com Illuminati ou terá planos para nos controlar, fazer de nós robots, com as leis q implementam?
Obrigado."
Deixamos a resposta a este mail a cargo de todos os anónimos que queiram responder.
Obrigado."
Deixamos a resposta a este mail a cargo de todos os anónimos que queiram responder.
Mail recebido a 10 de Fevereiro de 2012 01:43
Um blog muito interessante de Pacheco Pereira onde se fala dos anonymous portugueses
http://abrupto.blogspot.com/2012/01/esta-manipulacao-ja-tem-historia-ja-ha.html
http://abrupto.blogspot.com/2012/01/os-direitos-da-internet-os-anonymous.html
http://abrupto.blogspot.com/2012/01/coisas-da-sabado-crime-com-o-envelope.html
http://abrupto.blogspot.com/2012/01/esta-manipulacao-ja-tem-historia-ja-ha.html
http://abrupto.blogspot.com/2012/01/os-direitos-da-internet-os-anonymous.html
http://abrupto.blogspot.com/2012/01/coisas-da-sabado-crime-com-o-envelope.html
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
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